quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Inscrições abertas para o Prêmio Top Ser Humano e Top Cidadania 2012

Empresas e profissionais podem se inscrever no site da entidade (www.abrhrs.org.br/top2012).

A Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS) está com inscrições abertas para os prêmios Top Ser Humano e Top Cidadania 2012. Os profissionais e empresas interessados em participar da maior premiação na área de Gestão de Pessoas e Recursos Humanos podem inscrever seus cases no SITE DA ENTIDADE até o dia 04 de maio.

Considerado um dos mais cobiçados prêmios do país na área de Recursos Humanos, o Top Ser Humano, que completa 20 anos em 2012, destaca empresas, estudantes e jornalistas que valorizam ações em prol da cidadania e aqueles que apresentam melhores práticas na área de gestão de pessoas, tendo o ser humano como diferencial estratégico.

Já o Top Cidadania, com 10 anos de existência, premia entidades sem fins lucrativos e empresas públicas e privadas que desenvolvam projetos de investimentos sociais que beneficiam comunidades externas à empresa.

Mais informações pelo telefone (51) 3254-8258 ou pelo email TOPSERHUMANO@ABRHRS.ORG.BR.


Fonte: http://abrhrs.org.br/destaques.atu?nome=inscricoes-abertas-para-o-premio-top-ser-humano-e-top-cidadania-2012

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Empresas alinhadas com o desenvolvimento sustentável serão premiadas durante a Rio+20


Empresas alinhadas com o desenvolvimento sustentável serão premiadas durante a Rio+20

Empresas com modelos inovadores que consigam aumentar seu sucesso comercial, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável estão convidadas pelas Nações Unidas para participar do prêmio World Business and Development Awards (WBDA), que foi lançado ontem (02/02) em Nova York. Os prêmios visam demonstrar como as empresas podem, através de suas atividades de negócios, ajudar a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), co-organizador do evento, os prêmios desse ano serão dados as empresas com modelos de negócios inclusivos. Estes devem priorizar e expandir o acesso de bens e serviços para pessoas de baixa renda ou melhorar seus meios de subsistências. Organizações que desenvolvam práticas ou soluções comercialmente viáveis ​​e ajudem a melhorar as condições sociais, econômicas e ambientais podem candidatar-se, independentemente de seu tamanho ou localização

“Vencedores anteriores mostraram como as empresas podem ajudar a impulsionar o crescimento e o desenvolvimento sustentável”, ressaltou a Administradora do PNUD, Helen Clark. A cerimônia de premiação será no dia 19 de junho, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). Em homenagem ao país sede da Conferência, haverá uma categoria especial destinada as empresas brasileiras.

Em sua décima edição, o WBDA é organizado anualmente pelo International Business Leaders Forum (IBLF), o ICC e o PNUD. Parceiros deste ano incluem o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Holanda, a Agência Sueca de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento e o Pacto Global da ONU.

Todas as organizações alinhadas com os ideias da Rio+20 podem candidatar-se online, até 25 de março de 2012. Para baixar o formulário clique aqui.


Fonte: http://www.onu.org.br/empresas-alinhadas-com-o-desenvolvimento-sustentavel-serao-premiadas-durante-a-rio20/

Cidades não conseguem atender às necessidades das crianças, alerta UNICEF


Nova Iorque, 28 Fevereiro de 2012 – O processo de urbanização exclui dos serviços essenciais centenas de milhões de crianças que vivem nas cidades, alerta o UNICEF no relatório Situação Mundial da Infância 2012: Crianças em um Mundo Urbano.

Acesse o relatório

Segundo o relatório, em poucos anos, a maioria das crianças crescerá em cidades e não em zonas rurais. No mundo, o crescimento de cerca de 60% da população urbana está relacionado ao nascimento de crianças em áreas urbanas.

“Quando pensamos em pobreza, a imagem que vem à mente é a de uma criança em uma comunidade rural,” diz o Diretor Executivo do UNICEF, Anthony Lake. “No entanto, as crianças vivendo em favelas e periferias estão entre os grupos mais desfavorecidos e vulneráveis no mundo. São privadas do acesso aos serviços mais básicos e têm negado o seu direito de se desenvolver.”

“Excluir essas crianças não apenas impede que elas desenvolvam todo o seu potencial, mas também priva as sociedades dos benefícios econômicos de uma população urbana com saúde e educação”, disse Lake.

No mundo, as cidades oferecem para muitas crianças a oportunidade de ter acesso à escola, aos serviços de saúde e às áreas de lazer. No entanto, as mesmas cidades são cenários de grandes disparidades em relação à saúde, à educação e às oportunidades.

Em várias regiões do mundo, a infraestrutura e os serviços não estão sendo ampliados no mesmo ritmo do crescimento urbano e as necessidades básicas das crianças não estão sendo atendidas. As famílias em situação de pobreza, muitas vezes, pagam mais por serviços de qualidade inferior. O custo da água para comunidades pobres, por exemplo, pode ser até 50 vezes maior para moradores que compram esse bem de provedores privados em relação aos valores pagos por comunidades vizinhas, que têm acesso ao abastecimento canalizado.

As privações enfrentadas por crianças em comunidades pobres urbanas são muitas vezes obscurecidas pelas médias estatísticas, que não distinguem moradores de baixa e de alta renda das cidades. Quando as médias são usadas para fazer políticas públicas urbanas e distribuir recursos, as necessidades dos mais pobres podem ser ignoradas.

Construindo cidades para as crianças - É crucial adotar o foco da equidade, ou seja, dar prioridade para as crianças mais vulneráveis, onde quer que elas vivam.
O UNICEF encoraja os governos a dar prioridade às crianças e aos adolescentes no processo de planejamento urbano e a melhorar e ampliar os serviços para todas eles. No Brasil, as eleições municipais deste ano representam uma grande oportunidade para os eleitores votarem em prefeitos comprometidos com a causa da infância e da adolescência.

De acordo com o UNICEF, são necessários dados desagregados e precisos para ajudar a identificar as disparidades entre crianças nas áreas urbanas. A falta desse tipo de dados é uma evidência de que esses temas não têm sido levados em consideração.

Os governos podem fazer mais, mas a ação das comunidades também é um fator fundamental - O relatório aponta que é preciso reconhecer os esforços das comunidades para lidar com a pobreza urbana e apresenta exemplos de parcerias com as comunidades, principalmente, envolvendo crianças e adolescentes.

A publicação aponta que essas parcerias têm alcançado resultados concretos, como a melhoria de infraestrutura pública no Rio de Janeiro e em São Paulo, o aumento das taxas alfabetização em Cotacachi (Equador) e o preparo mais efetivo para situações de desastre em Manila (Filipinas). Em Nairóbi (Quênia), adolescentes mapearam as favelas onde moram para oferecer informações aos planejadores urbanos.


Plataforma dos Centros Urbanos - No Brasil, a Plataforma dos Centros Urbanos, do UNICEF, implementa uma metodologia inovadora nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro desde 2008. A iniciativa envolve autoridades municipais, estaduais, as próprias comunidades e o setor privado. O objetivo é fazer com que crianças e adolescentes que vivem em comunidades populares (favelas ou periferias) sejam prioridade nas políticas públicas, reduzindo as iniquidades socioeconômicas que afetam suas vidas.

Utilizando diagnósticos discutidos em parceria com as comunidades, as prefeituras municipais atuam para cumprir 20 metas na área da infância e adolescência.

As 80 comunidades populares que participam da iniciativa, por sua vez, são apoiadas a planejar e implementar ações para alcançar metas relacionadas à melhoria das condições de vida de seus meninos e meninas. Nesse processo, as comunidades trabalham em articulação com organizações não governamentais, representantes locais do poder público e empresas.

Até o momento, como resultado desses esforços, já foram desenvolvidas, por exemplo, políticas públicas para melhorar o atendimento a casos de violação dos direitos das crianças e dos adolescentes, aprimorar a qualidade da educação e ampliar o atendimento à gestante e ao bebê.

Nas comunidades, observa-se uma maior integração entre alunos, professores e pais, a revitalização de espaços públicos, a melhoria de serviços de saúde e assistência social, a criação e o fortalecimento de redes locais.

O primeiro ciclo da Plataforma dos Centros Urbanos será encerrado este ano com a divulgação dos resultados da iniciativa e com o reconhecimento das comunidades que mais avançaram em relação às metas previamente definidas.

Em nível global, o UNICEF e o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) estão trabalhando juntos há 15 anos na iniciativa Cidades Amigas da Criança (Child-Friendly Cities Initiative) para construir parcerias capazes de colocar a criança no centro da agenda urbana, ampliar a oferta de serviços e criar ambientes protetores e acolhedores.

“A urbanização é um fato e temos que investir mais nas cidades, dando mais atenção à oferta de serviços para as crianças que mais precisam,” disse Lake.


Fonte: http://www.unicef.org/brazil/pt/media_22709.htm


Prazo para envio de propostas de sessões ao Fórum Urbano Mundial termina no início de março


O prazo para envio de propostas às sessões de capacitação do Fórum Urbano Mundial em Nápoles (Itália) termina no próximo dia primeiro de março (quinta-feira). Já o prazo para envio das propostas de eventos em rede se encerra dia 10 de março (sábado). No total, serão cerca de 30 sessões de capacitação e cerca de 160 eventos em redes realizados durante o Fórum.

As propostas selecionadas e alocação de espaço e tempo serão anunciadas no dia 14 de abril. O Fórum Urbano Mundial, que acontecerá entre um e sete de setembro, é a principal conferência mundial sobre cidades.

Para o envio de propostas de sessão de capacitação, clique aqui.

Para o envio de propostas de sessão de eventos em redes,clique aqui.

Para saber mais, clique aqui.


Fonte: http://www.onu.org.br/prazo-de-envio-das-propostas-para-sessoes-do-forum-urbano-mundial-termina-no-inicio-de-marco/

Itaipu deve fechar fevereiro com recorde em geração de energia

Em janeiro e fevereiro a produção de energia cresceu 7 por cento em relação ao recorde anterior da usina


Nani Gois

Usina de Itaipu

A usina de Itaipu começou a operar em 1984, mas a produção a plena carga ocorreu apenas em 1991

Rio de Janeiro - A Itaipu Binacional deve encerrar fevereiro com patamar recorde de geração de energia, a exemplo do desempenho de janeiro, afirmou o presidente da empresa que controla a hidrelétrica na fronteira entre Brasil e Paraguai, Jorge Samek, reforçando a perspectiva de fechar 2012 com resultado histórico.

Segundo ele, em janeiro e fevereiro a produção de energia cresceu 7 por cento em relação ao recorde anterior da companhia e 3 por cento sobre o primeiro bimestre do ano passado. O executivo não informou quando o recorde anterior foi atingido.

Para este ano, Samek estima que a produção supere os cerca de 94,6 milhões de megawatt-hora (MWh) registrados em 2008. No ano passado, a geração de Itaipu somou 92,4 milhões de MWh.

"Estamos trabalhando com a perspectiva de recorde em 2012 porque começamos bem o ano, temos compradores para a nossa energia, São Pedro está colaborando... e a perspectiva para a economia em 2012 também é melhor", disse ele a jornalistas em evento na empresa da Eletrobras Furnas nesta terça-feira.

Segundo Samek, a usina de Itaipu começou a operar em 1984, mas a produção a plena carga ocorreu apenas em 1991.

"Nossa meta é chegar a 100 milhões de MWh já no ano que vem. É um desafio e acho que vamos chegar a isso nos próximos anos com reforço e ampliação de rede", acrescentou.

Samek afirmou ainda que deve ser pleiteado este ano um aumento no preço da energia gerada por Itaipu para 24,30 dólares por megawatt-hora (MWh). Segundo ele, o custo "no pé da usina" atualmente está em 22,60 dólares.

"Nossa energia (preço) está congelada há três anos e queremos fazer a correção cambial desse período", disse. "Até 2023, pelo tratado entre Brasil e Paraguai, vamos amortizar a usina".


Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/energia/noticias/itaipu-deve-fechar-fevereiro-com-recorde-em-geracao-de-energia?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O inverno acabou dois meses mais cedo no Ártico

Parece que o inverno acabou dois meses mais cedo nos mares gelados do norte. Grandes pedaços de mar que deveriam estar totalmente congelados agora derreteram nos mares de Barents e Kara, entre a Rússia e a Finlândia. Isso no meio de fevereiro, quando o gelo sazonal nessas águas deveria estar no auge da solidez.

A sequência de imagens acima, da Universidade de Bremen, mostra isso. São fotos de satélite de 11 de fevereiro entre 2004 a 2012. O mar em estado líquido está em azul. Os trechos congelados, em roxo. Em verde, a terra firme. Este ano, a ilha comprida no canto direito, Novaya Zemlya, da Rússia, está totalmente livre de gelo. E o arquipélago Svalbard, no canto superior direito, também. Não há registros de um degelo tão prematuro desde que o monitoramento por satélite começou a ser feito, em 1979.

Esse fenômeno de aquecimento prematuro está limitado ao lado Atlântico do Ártico. Na parte do oceano Pacífico, o congelamento continua normal. Mas, com o inverno se aproximando do fim, os cientistas acreditam que há poucas chances de o padrão de congelamento no Atlântico voltar ao normal este ano. Isso significa que a temporada de derretimento do verão pode ser mais intensa este ano, batendo recordes históricos e se aproximando de um cenário com o Polo Norte totalmente livre de gelo.

O aquecimento do Ártico, provocado pelas mudanças climáticas, nunca esteve tão acelerado. No ano passado, a região bateu novo recorde de calor. O derretimento do Ártico não eleva diretamente o nível do mar, porque o gelo está flutuando. Mas acelera o derretimento da Groenlândia, esta sim terra firme, que repercute diretamente no nível dos oceanos. E as mudanças no Ártico também estão mudando o clima do Hemisfério Norte.

(Alexandre Mansur)


Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/2012/02/15/o-inverno-acabou-dois-meses-mais-cedo-no-artico/

Livro Design Gráfico Sustentável

Design Gráfico Sustentável de Brian Dougherty

A editora Rosari trouxe a tradução para o Brasil do livro Design Gráfico Sustentável (Green Graphic Design). Escrito pelo designer norte-americano Brian Dougherty, o texto se baseia na experiência da Celery, escritório de design da qual é sócio e que desenvolve, desde 1997, trabalhos de branding e design gráfico ligados à sustentabilidade ambiental.

Dougherty discute questões que, inicialmente, parecem amplamente difundidas na cultura projetual dos designers gráficos. Ele aprofunda certos assuntos pertinentes e que nem sempre são conhecidos ou cuidadosamente analisados por grande parte dos designers. Os processos de descarte de papel e plástico, dois dos materiais mais utilizados pelos profissionais de design, e as pesquisas de matérias-primas menos agressivos ao ambiente, entre eles. Mas o livro mostra bem que a função do designer, em relação à sustentabilidade, não é apenas a escolha dos materiais. Ele fala que há três formas distintas de pensar no papel do designer gráfico: como manipulador de materiais, como criador de mensagens e como agente de mudanças.

O autor mostra a importância do design, trabalhando junto com o cliente, para o desenvolvimento de uma marca baseada em valores (branding), a responsabilidade empresarial, as realidades do descompasso ecológico e a popularização da ecologia.

O livro apresenta a metodologia de projeto utilizada pela Celery, que consiste em pensar na vida útil do produto de trás para frente, ou seja, do seu descarte até a sua elaboração. É nessa linha de raciocínio que ele desenvolve as discussões, fazendo uso de alguns projetos realizados pela empresa, os problemas enfrentados, as soluções, os êxitos e as falhas, o que torna palpáveis e mais fáceis de serem compreendidos os temas abordados.

Uma das questões centrais do livro, que o autor ressalta em diversos momentos, é a necessidade de maior participação dos designers nas tomadas de decisões das empresas. É responsabilidade do designer sugerir, colaborar e alertar seus clientes para a construção das estratégias da marca e/ou determinado produto. Para Dougherty, o designer gráfico é um dos principais agentes de mudança, responsável pela criação da forma do produto (como suporte de comunicação) e, sobretudo, por exercer grande influência no modo como os usuários interagem com ele.

Ao longo do livro, algumas observações pertinentes são acrescentadas mostrando um pouco da nossa realidade. No final, o apêndice à edição brasileira traz referências dos materiais encontrados no Brasil, como papéis, tintas e gráficas certificadas.

A edição brasileira tem algumas adaptações em relação ao original americano. O livro se inicia com o prefácio escrito pela jornalista especializada em design, Adélia Borges. Vejam o prefácio no site dela.

Design Gráfico Sustentável apresenta e discute questões fundamentais e, ainda hoje, pouco presentes no dia-a-dia dos designers. Faz isso apresentando os cases de sua empresa e compartilhando dados de pesquisas de materiais e processos produtivos sustentáveis. É leitura obrigatória para estudantes, recém formados e profissionais de diversas áreas relacionadas a comunicação e produção de materiais impressos.

Sobre o autor

Brian Dougherty é o diretor de criação do escritório Celery. Ele orienta os clientes através do processo criativo, indo fundo na particularidades de cada empres,a para encontrar inspiração para novas soluções de design. Ele facilita oficinas colaborativas de criação onde trabalha às fases iniciais de desenvolvimento do projeto. Brian também supervisiona a equipe de designers da Celeryem Berkeley como desenvolver e produzir projetos para impressão, web, embalagem e ambientes.

Ficha técnica

Título: Design gráfico sustentável
Autor: BRIAN DOUGHERTY
Prefácio de Adélia Borges
Editora: ROSARI
Projeto gráfico:
Formato: 184 páginas, 16×23 cm, brochura, ilustrado, colorido e p&b
ISBN: 9788580500035
Data de publicação: Março, 2011
Edição: 1ª
ABNT: BRIAN, Dougherty. Design gráfico sustentável. 1ª ed. São Paulo: Rosari, 2011. 184 pgs. ISBN 9788580500035.
Preço: R$47,00
Compre aqui: http://www.rosari.com.br/


Fonte: http://embalagemsustentavel.com.br/2012/02/15/livro-design-grafico-sustentavel/

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Confira artigo do Jornal Exclusivo sobre Responsabilidade Social


Confira abaixo uma matéria do Jornal Exclusivo* sobre Responsabilidade Social, que contou com a colaboração da Consultora Isaura Morél, da Sustentabilitá. 





* O Jornal Exclusivo, do Grupo Sinos, é uma publicação semanal, voltada ao setor coureiro-calçadista, com circulação nacional. O jornal possui mais de 41 anos e traz notícias sobre mercado e moda para lojistas e industriais da área calçadista. 
Mais informações no site: http://www.exclusivo.com.br/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

GRUPO DE ESTUDO EM RESPONSABILIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE

Os Grupos de Estudo da ABRH-RS são uma ótima oportunidade para aprender e também para fazer um bom networking. 

São  8 eixos temáticos, dentre os quais está o grupo de RESPONSABILIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE. 

Importante: as inscrições vão até o dia 17/02. 

Para maiores informações e para inscrições, acesse o site da ABRH-RS. 






Mudanças no FIA facilitam doações de pessoas físicas

A presidente Dilma Rousseff sancionou, no último dia 18, a lei 12.594 que, entre outras mudanças, inseriu uma série de novos artigos no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069). As alterações trataram especialmente das doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, às quais facilitaram a dedução do Imposto de Renda por parte das pessoas físicas.

A grande novidade trazida pela Lei é que as pessoas físicas poderão optar pela doação com dedução diretamente em sua Declaração de Ajuste Anual, conforme disposto no art. 260-A introduzido no ECA:

“Art. 260-A. - A partir do exercício de 2010, ano-calendário de 2009, a pessoa física poderá optar pela doação de que trata o inciso II do caput do art. 260 diretamente em sua Declaração de Ajuste Anual.”

Segundo os advogados especialistas no campo social, Eduardo Szazi e Ricardo Campelo, a inovação legislativa responde a um anseio de muitas entidades. “Elas pretendiam que a doação pudesse ser feita no momento em que o contribuinte identifica o seu imposto devido”.

Isto é, a pessoa física não mais precisará efetuar as doações até o dia 31 de dezembro, como era a praxe, para informá-las na Declaração de Ajuste Anual do exercício seguinte. Mesmo após encerrado o ano, a pessoa física poderá optar por doar uma parte de seu imposto devido, a ser verificado na elaboração de sua Declaração (abril).

“A nosso ver, trata-se de importante avanço legislativo, permitindo maior flexibilidade ao contribuinte, que poderá fazer a doação no momento da Declaração, quando já conhecerá exatamente o imposto apurado e, consequentemente, o limite a que a dedução estará sujeita”, explicam.

Embora o limite de dedução de pessoa física continue sendo 6%, o contribuinte que preferir doar no momento da declaração de ajuste passará a poder utilizar apenas 3%. ”Embora pareça, essa sistemática não é ruim, pois permite que um contribuinte que tenha sido prudente nas doações ao longo do ano, possa doar o resíduo na declaração de ajuste”, argumentam os advogados.

Exemplificando, se a pessoa física recolher um imposto de renda de R$ 10.000,00 no exercício de 2012, e durante o ano tiver feito doações de R$ 300,00 aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, poderá, no momento da Declaração, optar pela doação de mais R$ 300,00, cujo pagamento deverá ser feito até a data fixada para o vencimento da primeira quota do imposto.

Pessoas jurídicas
Com relação às pessoas jurídicas, a inovação mais importante foi a alteração do art. 3º da Lei 12.213/2010, que criou os Fundos do Idoso, para consignar que o limite de dedutibilidade das doações realizadas a estes fundos não será compartilhado com o limite das doações ao FIA.

“Ou seja, a pessoa jurídica poderá deduzir valores doados ao FIA, em até 1% do imposto apurado, e mais as doações realizadas aos Fundos do Idoso, também limitadas a 1% do
imposto, ‘somando’, assim, 2% de potencial de dedução”, afirmam os advogados.

Para o secretário-geral do GIFE, Fernando Rossetti, essa nova possibilidade (2%) evita uma luta fratricida entre organizações, com essas diferentes missões, pelos mesmos recursos.

Doações vinculadas
A Lei 12.594 não trouxe dispositivo para resolver definitivamente a controvérsia sobre a legitimidade de escolha de projeto a ser beneficiado pelo aporte do doador.
No entanto, os especialistas destacam que a nova Lei propõe que os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente divulguem amplamente à comunidade a ‘relação dos projetos aprovados e o valor dos recursos previstos para sua implementação’ (Artigo 260-I, inciso IV, introduzido no ECA). “Parece-nos que esse dispositivo se assemelha, e muito, com a ideia do Banco de Projetos, que, assim, passou a ter suporte legal.”

A segunda ‘perna’ da doação dirigida é a destinação do recurso ao projeto escolhido por parte do doador. A nova Lei tratou da destinação (inciso V do mesmo artigo 260-I), ao dispor que cada conselho deverá divulgar ‘o total dos recursos recebidos e a respectiva destinação, por projeto atendido’.

“Embora a redação não seja definitiva, é possível sustentar que esse novo dispositivo reforçou a possiblidade de doação vinculada, na medida em que a relação pode ser do total de recursos recebidos e respectivas destinações para cada projeto atendido, ou seja, do montante de recursos destinados a cada um dos projetos indicados na relação de projetos aprovados e de recursos previstos para sua implementação”, concluem os advogados.

Em tempo: a lei 12.594 instituiu também o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). O texto regulamenta a execução das medidas socioeducativas destinadas a adolescentes que estejam em conflito com a lei, uniformizando, em todo o País, o atendimento desses jovens.

De acordo com a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), entre as principais mudanças trazidas pela reformulação do Sinase está a adoção de medidas alternativas à internação de menores. “Todo o sistema será focado nas necessidades dos jovens. A partir de agora, haverá maior utilização de medidas reparadoras”, defendeu.

Segundo a secretaria nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, atualmente, o país têm cerca de 18 mil jovens em regime fechado. Ainda segundo o órgão, até 2010 havia um total de 435 unidades socioeducativas no país.